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domingo, 24 de outubro de 2010

Resident Evil 4


Mais um filme para recomendar. Se estão preocupados em ver os três anteriores pra ver o filme, não é necessário. Eu, por exemplo, só vi o primeiro e consegui entender todo  filme. Como eu gosto de de filmes de ação, então sou suspeito pra falar, mas assim como em Salt, a ação rola solta e a protagonista é incrivelmente foda. O filme dá alguns sustos bem legais, vale a pena conferir!

Sinopse:
Em um mundo devastado por uma infecção viral, no qual as vítimas tornaram-se semi-mortos, Alice (Milla Jovovic) continua sua jornada em busca de sobreviventes, levando-os a um lugar seguro. Sua batalha mortal contra a Corporação Umbrella atinge um novo patamar, mas Alice recebe a ajuda inesperada de uma velha amiga. Uma pista promete um refúgio em Los Angeles, mas, quando chegam lá, descobrem que a cidade está tomada por mortos-vivos, e Alice e seus aliados estão prestes a entrar em uma armadilha.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nosso Lar

Não é meu estilo preferido de filme, mas aproveitando meu ócio resolvi fazer o que? Pois é, e lá estava eu no Dunas. Eu, Rosa e boa parte da terceira idade local. Inclusive, chegamos com 15 minutos de antecedência (leia-se isso como o ápice da boa programação) e compramos os últimos ingressos da sessão. E o filme era legal. Tem uma mensagem bem interessante. Aos que são adeptos do espiritismo eu nem recomendo, eu digo que têm que ir ao cinema conferir. 

Mas, como só você e a cidade do Rio Grande merecem, só aqui encontramos os fatos mais bizarros. Como se não bastasse o escarcel que o dono do cinema fez da última vez, dessa, com a sessão lotada, acho que houve um problema de cálculos no número de poltronas. E o que foi feito? Sim, nada mais natural que cadeiras de praia capazes de, com muito conforto, assentar os clientes que ficaram de pé.

Vou te dizer que me mudo pra bem longe e ainda não vou ter visto de tudo.

Sinopse:

Ao abrir os olhos André Luiz (Renato Prieto) sabe que não está mais vivo, apesar de ainda sentir sede e fome. Ao seu redor ele apenas vê uma planície escura e desértica, marcada por gritos e seres que vivem na sombra. Após passar pelo sofrimento no purgatório, André é levado para a cidade de Nosso Lar. Lá ele tem acesso a novas lições e conhecimentos, enquanto aprende como é a vida em outra dimensão.

domingo, 3 de outubro de 2010

O Aprendiz de Feiticeiro

Não, o filme não é uma maravilha. Mas é legal. Aquela historinha muito mais surreal do que qualquer coisa. Mas o divertido é o que acontece no cinema de Rio Grande.

Umas crianças começaram de gritos e conversas altas no cinema. Por conta disso, uma mãe resolveu sair e reclamar que não havia silêncio na sala. Até aí tudo bem, afinal de contas isso acontece em todo lugar. Infelizmente, educação não foi dada a todos.

O engraçado é que, em vez do proprietário pedir gentilmente pela retirada dos barulhentos, ele entrou de supetão no meio da sessão e deu o esporro nos guris. Óbvio que eu não condeno a atitude do cara, mas em geral, essa não é a maneira mais gentil de se exigir silêncio né? São coisas que só você e a cidade do Rio Grande merecem! (haha).

Quanto ao filme, vale a pena conferir. Já ví outros infinitamente piores.


Sinopse:

Balthazar Blake (Nicolas Cage) é um feiticeiro que mora em Manhattan. Ele busca defender a cidade de seu arquinimigo, Maxim Horvarth (Alfred Molina), mas não é capaz de cumprir esta tarefa sozinho. Para tanto ele recruta Dave Stutler (Jay Baruchel), um rapaz comum mas com um potencial oculto, para ser seu aprendiz. Balthazar passa então a ministrar um rápido curso na arte e ciência da magia, de forma a torná-lo seu aliado na luta constante contra as forças de Horvarth.


Ah, e desculpa por não estar atualizando muito, prometo que essa semana tento atualizar mais vezes. O ENEM está chegando e o tempo está ficando escasso.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Reflexão a partir do Divã



É, desde que criei o blog, não tinha ficado um só dia sem postar. Mas a gripe me pegou e não estava muito animado para postagens. Mas, sábado à noite, passando os canais da TV, percebi que estava começando Divã no Telecine Premium. Já tinha visto, mas o filme era bom e por que não vê-lo novamente?

Ao final do filme, tive a "inspiração" para o post de hoje. Ok, não sou bom em postar textos sentimentais nem tocantes, mas queria propiciar uma reflexão. O filme Divã conta a história da vida de Mercedes (Lilia Cabral), uma mulher de 40 anos que vive os conflitos impostos pela sociedade atual (sim, aos que não viram, eu vou contar o final). Casada e mãe de dois filhos, ela procura um psicanalista sem saber exatamente o motivo. A partir disso, ela começa a mudar de vida radicalmente. 

Ela acaba por questionar seu casamento, principalmente, provocando a separação. Acaba por ter alguns affairs, mas apenas relações passageiras. Ao seu lado, Mercedes tem uma amiga de todas as horas, Mônica. Esta, apesar de uma mulher "tradicional" que preza pelo casamento, acompanha todas as mudanças na vida da amiga. A história começa a chegar ao fim quando Mercedes recebe alta do psicanalista. 

Pouco tempo depois, sua melhor amiga morre, vítima de um câncer que somente a própria Mônica sabia sem  nunca ter contado a ninguém, inclusive Mercedes. A lição do filme gira em torno de, apesar de melhores amigas, Mercedes nunca ter percebido a doença da amiga. A partir daí ela faz uma reflexão sobre todas as coisas que deixamos de fazer e dizer às pessoas que gostamos.

Muitas vezes, não dizemos o quanto amamos algumas pessoas, não pelo sentimento não ser verdadeiro, mas porque a nossa rotina é muito corrida ou, simplesmente, porque acreditamos que não há necessidade. Eis que surpresas surgem à nossa frente e percebemos que poderíamos ter demonstrado o quanto gostávamos de alguém que agora não está mais entre nós.

É incrível como a vida dá voltas. Às vezes tudo parece estar no lugar e, de repente, a vida dá uma guinada e muda tudo. E, por mais que as mudanças não sejam boas, elas servem de lições e nada pode ser esquecido. É como o casamento da Mercedes. Ela precisou de algum tempo, mas ao final percebeu que, apesar de não ter durado para sempre, ele foi intenso enquanto durou, porque ela amou de verdade.

Não devemos manter algumas coisas por simples acomodamento. É fundamental mudar e guardar as coisas boas na lembrança, porque outras melhores ainda virão. Pensem nisso, vale a pena refletir sobre a vida algumas vezes.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Salt

Taí um ótimo filme para os que gostam de ação. Seguindo a linha de Missão Impossível, Angelina Jolie é praticamente um Chuck Norris. A prova disso é que em uns 3 minutos ela consegue fazer uma SUPER bomba com detergente, alvejante, um pé de mesa e um extintor. Uma curiosidade sobre o filme é que Jolie foi escolhida depois que Tom Cruise recusou fazer o papel, justamente porque o personagem seria muito semelhante ao de Ethan Hunt (em Missão Impossível). Particularmente, acho que se não fosse ela, não seria tão bom. Vale a pena conferir.

Sinopse:
Angelina Jolie estrela Salt da Columbia Pictures, um moderno suspense de espionagem. Antes de se tornar agente da CIA, Evelyn Salt (Jolie) prestou juramento de servir e honrar o seu país. Ela colocará o seu juramento em prática, quando um desertor russo a acusa de ser uma espiã russa. Salt foge, usando todas as sua habilidades e anos de experiência como agente infiltrada para conseguir escapar dos seus inimigos, proteger o seu marido e fugir dos seus colegas da CIA.